Putz! Fudeu!

Agora estou sem computador, devido o meu boletim escolar com nível bastante baixo. Então, este Website pode ficar uma pouco desatualizado.

Espero a sua compreensão!

Por favor não deixe de visita-lo, pois a partir do dia 03/08, voltarei a atualiza-lo para a seu entreterimento diário.

Enquanto isso... Vai lendo os posts mais antigos, pois eles não são de se jogar fora (a não ser alguns deles...rsrsr)
Valeu gente! Agradeço pela sua visita e pelo seu apoio! Vlw mesmo!
De seu amigo,
Érik.

Enquanto isso, na Arca de Noé...

Na arca de Noé, a bicharada logo que entrou, danou a transar. era uma loucura:

Leão com zebra, macaca com cobra, um verdadeiro bacanal.

Noé baixou uma lei em que os animais só poderiam transar com um de sua espécie e nos dias marcados. Para isso, entregou uma fichinha para cada um dos animais contendo dia e hora para o ato.

O macaco (sempre o macaco) passou pela macaca, e, no meio de outros animais disse:

- Quarta-feira, 3 horas você vai sofrer!

A macaca ficou envergonhada. Logo depois, de novo, lá vem o macaco, e no meio de outros bichos:

- Quarta-feira, 3 horas você vai sofrer. ela, aborrecida, foi reclamar para Noé..

- Noé, o macaco, toda hora que me encontra fala pra toda bicharada ouvir que, quarta-feira, 3 horas eu vou sofrer. Eu sei que quarta, 3 horas vamos transar, mas não precisa ficar anunciando aos quatro ventos.

Noé foi falar com o macaco, repreendendo, quando ouviu por resposta:

- Desculpe-me Noé, mas ela vai sofrer mesmo. É que eu perdi a minha fichinha pro jumento no jogo de truco.


(rsrsrs.... sem noção, né? Eu e minhas piadas ridículas...)

Alô? Telefonista?

Doce vingança...
(Autoria desconhecida)

Toca o telefone...
- Alô.
- Alô, poderia falar com o responsável pela linha?
- Pois não, pode ser comigo mesmo.
- Quem fala, por favor?
- Edson.
- Sr. Edson, aqui é da Telefônica, estamos ligando para oferecer a promoção Telefônica linha adicional, onde o Sr. Tem direito...
- Desculpe interromper, mas quem está falando?
- Aqui é Rosicleide Judite, da Telefônica, e estamos ligando...
- Rosicleide, me desculpe, mas para nossa segurança, gostaria de conferir alguns dados antes de continuar a conversa, pode ser?
- ... Bem, pode.
- De que telefone você fala? Minha bina não identificou.
- 103
- Você trabalha em que área, na Telefônica?
- Telemarketing Pró Ativo.
- Você tem número de matrícula na Telefônica?
- Senhor, desculpe, mas não creio que essa informação seja necessária.
- Então terei que desligar, pois não posso ter segurança que falo com uma funcionária da telefônica.
- Mas posso garantir...
- Além do mais, sempre sou obrigado a fornecer meus dados a uma legião de atendentes sempre que tento falar com a Telefônica.
- Ok.... Minha matrícula é 34591212
- Só um momento enquanto verifico.
(Dois minutos)
- Só mais um momento.
(Cinco minutos)
- Senhor?
- Só mais um momento, por favor, nossos sistemas estão lentos hoje.
- Mas senhor...
- Pronto, Rosicleide, obrigado por haver aguardado. Qual o assunto?
- Aqui é da Telefônica, estamos ligando para oferecer a promoção linha adicional, onde o Sr. Tem direito a uma linha adicional. O senhor está interessado, Sr. Edson?
- Rosicleide, vou ter que transferir você para a minha esposa, por que é ela quem decide sobre alteração e aquisição de planos de telefones. Por favor, não desligue, pois essa ligação é muito importante para mim. (Coloco o telefone em frente ao aparelho de som, deixo a música "Festa No Apê" do Latino tocando no Repeat - eu sabia que um dia essa droga iria servir para alguma coisa! -, depois de tocar toda a música, minha mulher atende):
- Obrigado por ter aguardado.... Pode me dizer seu telefone pois meu bina não identificou..
- 103
- Com quem estou falando, por favor.
- Rosicleide
- Rosicleide de que?
- Rosicleide Judite (já demonstrando certa irritação na voz)
- Qual sua identificação na empresa..
- 34591212 (mais irritada ainda!)
- Obrigada pelas suas informações, em que posso ajudá-la?
- Aqui é da Telefônica, estamos ligando para oferecer a promoção linha adicional, onde a Sra. tem direito a uma linha adicional. A senhora está Interessada?
- Vou abrir um chamado e em alguns dias entraremos em contato para dar um parecer, pode anotar o protocolo por favor... alô, alô!
- TUTUTUTUTU...
- Desligou.... Nossa, que moça impaciente!

Zeugma e Elipse

Esta é mais uma da série “que merda é essa?”, porque além de ninguém saber o que é ou o que significa, ainda por cima têm nomes que soam como jogos especialmente fabricados para crianças super dotadas ou alternativamente, lembra o nome de diretora de escola primária, Dona Zeugma, dá até medo! Não dá? A zeugma faz dupla com a elipse, pois a zeugma traz a frase ou expressão completa com todos os requisitos, enquanto a elipse, que sucede a zeugma, traz as mesmas informações, mas de forma escondida, implícita, ou seja, enquanto a zeugma mata a cobra e mostra o pau, a elipse esconde o pau, em resumo, a zeugma é o elemento ativo da relação e a elipse o passivo. Sacaram a dupla em ação? “A zeugma é o elemento ativo da relação - frase completa - zeugma e a elipse o (elemento) - oculto - elipse.


Mas, às vezes, a zeugma trai a elipse e se relaciona com as reticências, já pensaram que delícia? Zeugma com reticências, hummmmmmm! Isso deve ser melhor que a mistura de frango assado, carro alegórico e canguru perneta, fico todo arrepiado só de pensar. Na dízima periódica (esse pessoal põe cada nome nos filhos!), por exemplo, 3,3333... as reticências substituem a elipse porque qualquer débil mental sabe que elas estão ali para não termos que escrever 3 indefinidamente. Já pensaram uma dupla caipira “Zeugma e Elipse”, iria fazer um sucesso estrondoso, não iria? Principalmente se cantassem as músicas compostas pela compositora Dízima Periódica, isso sem falar na Hipérbole, na Parábola, na Metáfora, na Catacrese, no Anacoluto, na Antítese, no Diabo-que–te-carregue... que serão os próximos a serem desmascarados aqui na série “que merda é essa?” com exceção deste último, é claro (sacaram a zeugma?).


Humildemente confesso que para escrever isso, tive que pesquisar para saber que merda é essa, aí é de se perguntar: pra quê escrever sobre isso? Eu também não sei explicar, eu só sei que eu fui atraído para esta armadilha por este nome zeugmático que me fez rir muitas vezes imaginando as pessoas lendo sobre isso. Agora estou me sentindo como um membro da Academia Brasileira de Letras, estou me sentindo um imortal, aquele que não tem onde cair morto porque agora eu sei o que é zeugma, coisa que eu jamais imaginei que pudesse acontecer comigo. É! Essas coisas a gente pensa que só pode acontecer com os outros, mas quando acontece com a gente, a gente vê como nós somos pequenos, como não representamos nada neste mundo, agora estou com zeugma crônica e não sei o que fazer, também! Quem mandou fazer elipse sem camisinha? Bem feito!

Garotos Espertos

Certa vez 5 garotos foram ao campo e por R$ 100,00 compraram o burro de um velho camponês. O homem combinou entregar-lhes o animal no dia seguinte.
Quando eles voltaram para levar o burro, o camponês lhes disse:
- Sinto muito meus amigos, mas tenho uma má notícia. O burro morreu.
- Então devolva-nos o dinheiro!
-Não posso, já gastei tudo.
- Então, de qualquer forma queremos o burro.
- E para que o querem?? O que vão fazer com ele??
- Nós vamos rifá-lo.
- Estão loucos? Como vão rifar um burro morto?
- Obviamente, não vamos dizer a ninguém que ele está morto.
Um mês depois, o camponês se encontrou com os meninos e lhes perguntou:
- E então, o que aconteceu com o burro??
- Como lhe dissemos, o rifamos. Vendemos 500 números a R$ 2,00 cada um e arrecadamos R$ 1.000,00.
- E ninguém se queixou??
- Só o ganhador, porém lhe devolvemos os R$ 2,00 e pronto!
Os 5 meninos cresceram e fundaram:

  • Um banco chamado Rural,
  • Uma empresa de publicidade chamada SMP&B,
  • Uma empresa de construção chamada Gautama,
  • Uma igreja chamada Universal e
  • Um partido político chamado PT.



Pensem nisso! Pode dar certo com vcs!

Morte por Confusão

Certo dia na delegacia de polícia, o sr. Delegado, recebe uma carta:

Senhor Delegado:

Não culpe ninguém por minha morte. Deixei esta vida porque, dias mais que eu vivesse, acabaria morrendo louco. Eu explico porque, Sr. Delegado:
Tive a desdita de casar-me com uma viúva, a qual tinha uma filha. Se eu soubesse o meu destino, Sr. delegado, jamais teria casado. Meu pai, para maior desgraça, era viúvo e quis a fatalidade que ele casasse com a filha de minha mulher.
Resultou que minha mulher tornou-se sogra do meu pai, minha enteada ficou sendo minha mãe, e meu pai ao mesmo tempo, meu genro. Após alguns anos minha enteada deu a luz a um menino, que se tornou meu irmão, porém, neto da minha mulher, de maneira que eu fiquei sendo avô do meu irmão.
Com o decorrer do tempo, minha mulher também deu a luz a um menino que, como irmão da minha mãe, era cunhado de meu pai e tio do seu filho, passando minha mulher a ser nora da sua própria filha, e eu, Sr. delegado, fiquei sendo pai de minha mãe, irmão do meu pai e do meu filho. Minha mulher ficou sendo minha avó, já que era mãe da minha mãe. Sendo assim, Sr. delegado, acabei sendo avô de mim mesmo.

Portanto, Sr. delegado, a coisa se complicou tanto que resolvi desertar desse mundo.

Salve São Jorge!

Existem na sociedade alguns tipos pitorescos que habitam o anedotário popular pela sua peculiaridade, ingenuidade e, em alguns casos, até coragem, estão entre esses personagens o bêbado, os cornos, as fofoqueiras, as bichas, os pão-duros, as piranhas, os padres e os são-jorges.

Os são-jorges são aqueles indivíduos que, como o santo guerreiro, abatem os dragões, ou seja, são aqueles que fazem o trabalho sujo e fazem a alegria de barangas, tribufus e mocréias, são indivíduos que, por alguma anomalia, colocaram a Bruxa no lugar da Branca de Neve.
Estes indivíduos, verdadeiros saprófitas sexuais, prestam um relevante e importantíssimo serviço à sociedade, pois beneficiam homens e mulheres, os homens porque estes se vêm livres do assédio dessas sucatas femininas e as mulheres porque se isentam da obrigação de ladear a barangada nos bares, restaurantes e boates na tentativa de vender gato por lebre.

Vinícius de Moraes, que não era devoto de São Jorge e nem de Santo Inácio de Boiola, dizia: “As feias que me desculpem, mas beleza é fundamental”. Roberto Carlos que, tempos atrás, andou fazendo músicas para mulher de óculos, mulher gorda e mulher de quarenta, jamais se atreveu a fazer música para mulher feia, sabe o que é? É que a feiura não combina com mulher, mulher feia é como elefante de cuecas ou lince de óculos.

Mas voltemos aos são-jorges, estes indivíduos são tão fundamentais ao bom andandamento da sociedade que acho até que eles deveriam ter isenção de impostos, lugares especiais em ônibus e filas separadas em bancos e órgão públicos, deveria ser crime inafiançável matar um são-jorge, estou pensando, inclusive, em fundar uma ONG para protegê-los e encaminhar à Brasília um projeto de lei baixando o tempo de serviço desses “profissionais” para 20 anos, pois o trabalho que eles desempenham, convenhamos, é pra lá de insalubre. Não se sabe ao certo qual é o motivo que atrai os são-jorges para essa fauna, se é produto de bebedeiras ou de deformações do aparelho ótico, mas parece que é porque São Jorge vive mesmo no mundo da lua.

De uns tempos para cá, a química e eu iria um pouco mais longe, a alquimia, tem desenvolvido produtos para, pelo menos, tornar menos penoso o trabalho dos são-jorges, me refiro às bebidas alcoólicas, ao silicone, ao botox, à maconha, à cocaína e outros produtos que possam produzir ilusão de ótica, mas, como já ficou provado, o elemento mais eficaz para este tipo de abate é o capuz (que pode, em uma emergência, ser substituído pela fronha) colocado ou no são-jorge ou no dragão.

Conheci um cidadão que era um legítimo representante das brigadas do santo guerreiro, o nome dele era Anphilóquio. Anphilóquio desde pequeno tinha esse instinto de hiena, criava urubus em casa e nos desenhos animados sempre torcia para as bruxas, os dragões e os monstros; quando atingiu a adolescência deu vazão ao seu espírito limpa trilhos e nisso ele era insuperável e insaciável. Dizem que esta insaciabilidade provém do fundador desta irmandade, o correspondente de São Jorge na macumba é Ogum e contam que essa correspondência nasceu quando São Jorge, após abater o dragão, com sua lança ainda rija e insaciável, teria dito o seguinte:”Tem mais ogum aí”?

Anphilóquio servia o quartel em Brasília e constantemente era visto pela alamedas da cidade desfilando com cada coisa que dava medo, dizem até que ele tinha que se fazer acompanhar sempre de um porte de armas, pois só andava com canhões; certa vez, em um 7 de setembro, ele foi visto por seus companheiros de quartel com um verdadeiro enxame de dragões, mocréias e barangas, umas quinze mais ou menos, um bando de dar inveja ao baile dos horrores que ia de caolhas a banguelas e de barrigudas a mancas, pois bem, à partir deste dia, o quartel de Anphilóquio passou a ser conhecido como “Os Dragões da Independência”.

“Mulher feia é como pantufa, em casa até que é aconchegante, mas na rua dá uma vergonha danada”.

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